Nosso Manifesto.

01. Propósito.

Toda organização no mundo deve existir para resolver um problema. Ter uma visão clara do mundo que ela está tentando construir. Acreditamos que, quando as pessoas têm um claro senso de direção, elas vivem melhor.

02. Branding.

As pessoas precisam de símbolos para comunicar suas posições ideológicas; os produtos ou serviços das organizações e suas, respectivas, marcas são utilizados como símbolos. Branding é a capacidade de influenciar a definição desses símbolos.

03. Política.

Consumir ou não é um posicionamento social. Nós não consumimos porque precisamos, mas para nos comunicarmos. Seja um partido político ou uma marca de cosméticos, hoje, fazemos política através do consumo.

04. Capitalismo.

A reputação do sistema econômico que possibilitou estarmos onde estamos, precisa de manutenção. A ideia de "capitalismo selvagem", onde o objetivo é maximização de lucros, foi resultado da má conduta do homem e suas características, ambiciosa e egoísta; onde para um ganhar, outros devem perder. Além dessa interpretação ser errada, hoje, na economia de compartilhamento que nos expecta, este equívoco foi posto em evidência e, seus seguidores não viverão na nova geração.

—Este texto é um making of da Manifesto, apesar desse processo não ter fim e não ser linear. Nos consideramos diferentes por causa disso, nunca saímos da mesa de edição. O que pode parecer "improdutivo" para a muitos; para nós, é o que define nossa existência.

Design é processo. Marca é processo. Vida é processo.

Consideramos a habilidade de aprender, absorver, viver, e então, aprender de novo, o único  "diferencial competitivo" na atual indústria.

Consumo é política. Vivemos num mundo onde consumir [ou não] é uma declaração social. As pessoas procuram por marcas que refletem elas mesmas; procuram símbolos para se expressar, o que acreditam e defendem.

Não queremos ser definidos por rótulos, categorias ou capacidades. Para criar marcas, precisamos entender a cultura. Cultura é um organismo vivo que se alimenta de si mesmo. O que fazemos é tentar acompanhar e, adicionar símbolos para essa cultura se comunicar.

Nosso objetivo é criar marcas que sirvam de plataformas, onde gerações consigam se enxergar. Inspirar empreendedores a construir um capitalismo mais consciente, criar empresas fundamentadas em propósitos que possam ser compartilhados.

Existem duas coisas que definem a boa criatividade: curiosidade e obsessão.

Nós sabemos que história é importante. E dar vida à ela, numa expressão única, tem o poder de impactar a cultura e gerar uma conexão emocional com a comunidade. Para fazer algo interessante, não é necessário reverter tudo, é uma intervenção de apenas 10%, adicionando ou subtraindo.

Não somos uma agência de branding tentando se diferenciar pelo discurso. Somos profissionais com um claro senso de direção e, branding é como vamos chegar lá. Cansamos de tentar nos fazer entender, Manifesto não se explica, se identifica.


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